Conta do cliente
R$ 300
A tela custou R$ 400, o cliente deu R$ 100 de entrada e ficaram 3 parcelas a receber.
Crediário e carnê
Quando o cliente não consegue pagar tudo de uma vez, a conta costuma ir para o caderno. Com o crediário, você recebe a entrada, parcela o saldo da OS ou da venda e imprime o carnê para ele levar. O que falta pagar fica na conta do cliente, parcela por parcela.
Crediário e carnê
Conta do cliente
R$ 300
A tela custou R$ 400, o cliente deu R$ 100 de entrada e ficaram 3 parcelas a receber.
Intervalo
Você escolhe 7, 15 ou 30 dias entre as parcelas.
A4
Cada folha traz 3 parcelas, com o canhoto da loja.
O que entra no caixa
A entrada vai para o caixa hoje, e cada parcela só entra quando for paga.
Atraso
até 2%
de multa, mais juros simples pelos dias de atraso
O carnê é um papel da própria loja. Quem vende e recebe é você, e o risco de não receber também.
Valores de exemplo.
Como funciona
Na hora de receber
Você escolhe Carnê / A prazo ou liga Parcelar saldo restante. Depois, define quantas parcelas serão, o primeiro vencimento e o intervalo entre elas.
Com o cliente no balcão
O carnê sai em A4, com 3 parcelas por folha e o canhoto da loja, para o cliente levar para casa. Se ele perder, você reimprime pela conta dele.
Perto do vencimento
A conta mostra a parcela em aberto. Com um toque, a conversa abre com o valor e o vencimento escritos, e quem envia é você.
Quando ele pagar
Você escolhe a forma de pagamento, e o valor entra no caixa. Depois, entrega o recibo em cupom, em A4 ou pelo WhatsApp.
Quando a loja deixa o cliente pagar aos poucos, a dívida costuma virar um nome no caderno e uma soma feita à mão. Enquanto são poucos clientes, dá para lembrar. Depois, quando ele volta para pagar, ninguém sabe qual parcela venceu nem quanto já foi pago.
Crediário é a venda a prazo em que a própria loja recebe as parcelas. No ReparoPRO, o saldo da OS ou da venda vira parcelas na conta do cliente, com valor e vencimento, e o carnê é o papel que ele leva para casa. Assim, quando ele aparece no balcão, você abre a conta dele e vê o que venceu e o que falta.
Exemplo, com valores de exemplo: uma troca de tela de R$ 400 com R$ 100 de entrada e três parcelas de R$ 100, de 30 em 30 dias. Os R$ 100 de hoje entram no caixa. Os R$ 300 ficam a receber, um por vez, na data em que ele pagar.
Você não precisa abrir outra tela para parcelar. No recebimento da OS, Carnê / A prazo aparece junto das outras formas de pagamento e serve para o valor inteiro ou para o que sobrar depois da entrada. Na venda do balcão, a mesma forma aparece no PDV, que vem no plano Business.
Como as parcelas ficam na conta de alguém, a venda a prazo pede o cliente. Depois de escolher quem é, você define o primeiro vencimento e o intervalo de 7, 15 ou 30 dias.
Só o valor recebido na hora entra no caixa, e o saldo parcelado fica pendente na conta do cliente. Assim, a gaveta confere no fim do dia, mesmo com venda a prazo no meio. Ver PDV e caixa
Cada cliente tem uma conta com os movimentos em ordem: saldo registrado, entrada, pagamento de parcela e renegociação. Quando ele paga, você recebe a parcela ali mesmo e entrega o recibo em cupom, em A4 ou pelo WhatsApp.
Se uma parcela for recebida por engano, o dono ou o gerente desfaz. O valor volta para a parcela, e o lançamento sai do caixa.
Para lembrar o cliente, você toca em Cobrar, e a conversa abre no WhatsApp com o valor, a parcela e o vencimento escritos. Quem envia é você. A partir do Pro, a aba A Receber, no Financeiro, junta o saldo de todos os clientes, e você vê o total sem abrir um por um.
Você define multa, juros e carência uma vez, em Venda a prazo. A regra fica gravada na parcela no dia da venda ou da OS, então mudar depois não altera o que já foi parcelado. Com a regra ligada, essas condições também saem impressas no carnê.
O sistema limita a multa de mora a 2% da prestação, o teto do Código de Defesa do Consumidor (art. 52, § 1º) para venda a consumidor. Os juros de mora são simples e proporcionais aos dias de atraso, e a carência é o número de dias depois do vencimento em que nada é somado. O app também compara a sua taxa com a taxa legal do mês, do Banco Central, e avisa se ela passar do dobro.
Para deixar as condições por escrito, o app sugere um termo da venda a prazo. Você edita o texto, e a responsabilidade pelas condições é da loja.
Este texto explica o que o app faz e não é orientação jurídica. Para definir taxas e condições, fale com o seu contador ou advogado. Ler o Código de Defesa do Consumidor no Planalto
Se o cliente não conseguir pagar, o dono ou o gerente pode renegociar. A dívida vira novas parcelas, com entrada, desconto ou acréscimo, e o histórico fica na conta.
Para usar o carnê, você não precisa configurar nada. Ele já aparece como forma de pagamento na OS, e a multa e os juros só entram se você ligar.
O ReparoPRO não emite boleto, não consulta SPC nem Serasa, não negativa ninguém e não cobra sozinho. Ele organiza o que cada cliente deve, mas, se o cliente não pagar, o valor é da loja. Por isso, vender a prazo é uma decisão sua, com o risco que ela traz. Comparar os planos
Dúvidas
É parcelar direto com a loja, sem cartão. O saldo vira parcelas na conta do cliente, e ele paga a cada vencimento.
Na OS, em todos os planos. Na venda do balcão, no Business, junto do PDV. Multa, juros e a aba A Receber são a partir do Pro.
Sim. Ele sai em A4, com 3 parcelas por folha e o canhoto da loja, para você imprimir e entregar ao cliente.
Não. O carnê é um papel com as parcelas, e o cliente paga na loja ou da forma que você combinar.
Não. O ReparoPRO não consulta crédito nem negativa cliente.
Sim, a partir do Pro, com as taxas que você definir. A multa é limitada a 2%, e os juros são simples, proporcionais aos dias de atraso.
Quando o cliente paga. Na hora da venda, só a entrada vai para o caixa.
Sim. O dono ou o gerente refaz as parcelas, com entrada, desconto ou acréscimo, e tudo fica no histórico da conta.
Não. O app abre a conversa no WhatsApp com o valor escrito, e quem envia é você.
Próximo passo
Comece agora
Carnê na OS em qualquer plano. Na venda do balcão, no Business